{"id":25239,"date":"2020-03-25T16:40:05","date_gmt":"2020-03-25T19:40:05","guid":{"rendered":"https:\/\/anadem.org.br\/site\/?p=25239"},"modified":"2020-03-25T16:40:05","modified_gmt":"2020-03-25T19:40:05","slug":"pesquisadores-da-ufrj-trabalham-no-desenvolvimento-de-testes-rapidos-para-a-deteccao-do-coronavirus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abmdf.com.br\/?p=25239","title":{"rendered":"Pesquisadores da UFRJ trabalham no desenvolvimento de testes r\u00e1pidos para a detec\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus"},"content":{"rendered":"<p><em>Velocidade no diagn\u00f3stico \u00e9 considerada crucial para conter a expans\u00e3o da pandemia. M\u00e9todos desenvolvidos pela Coppe e pelo Instituto de biologia da universidade tamb\u00e9m s\u00e3o mais baratos<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por <strong>G1<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cientistas do Instituto Alberto Luiz Coimbra de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Engenharia (Coppe) e do Instituto de Biologia, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), est\u00e3o desenvolvendo dois testes de detec\u00e7\u00e3o r\u00e1pida do novo coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>O trabalho vem sendo feito desde fevereiro. No momento, a pesquisa est\u00e1 na fase chamada de &#8216;ajuste fino&#8217; &#8211; logo em seguida, chegar\u00e1 no est\u00e1gio conhecido como &#8216;valida\u00e7\u00e3o&#8217;, esp\u00e9cie de etapa final do estudo. A expectativa \u00e9 que o processo esteja conclu\u00eddo dentro de 30 a 40 dias.<\/p>\n<p>A velocidade para se identificar o novo coronav\u00edrus \u00e9 considerada crucial para reduzir a expans\u00e3o acelerada da pandemia. O diagn\u00f3stico r\u00e1pido \u00e9 um dos elementos que permitiu que pa\u00edses como a Cor\u00e9ia do Sul mantivessem uma taxa de mortalidade baixa, mesmo estando pr\u00f3xima da China, local de origem da contamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente, o exame utilizado para identificar o coronav\u00edrus \u00e9 o teste da Prote\u00edna C Reativa &#8211; ou PCR.<\/p>\n<p>&#8220;O problema \u00e9 que este \u00e9 um exame caro e tem resultado demorado. Para se ter uma ideia, o teste da primeira v\u00edtima fatal aqui no Brasil s\u00f3 ficou pronto no dia seguinte ao \u00f3bito. Al\u00e9m disso, para ser realizado, o PCR necessita de equipamentos sofisticados e pessoal treinado &#8211; elementos aos quais nem todos os laborat\u00f3rios t\u00eam acesso. Ou seja, todo o processo de detec\u00e7\u00e3o do v\u00edrus \u00e9 prejudicado e atrasado. Dessa forma, com a demora para fazer o diagn\u00f3stico, o coronav\u00edrus se espalha com mais rapidez&#8221;, explicou a coordenadora da pesquisa na Coppe, Leda Castilho.<\/p>\n<p><strong>A pesquisa feita na UFRJ prev\u00ea duas formas de teste:<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro \u00e9 um ensaio Elisa, sigla para &#8220;Enzyme-Linked Immunosorbent Assay&#8221;, feita a partir da c\u00f3pia da prote\u00edna das pontas do v\u00edrus. Por meio dele, \u00e9 poss\u00edvel chegar \u00e0 detec\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus em agumas horas.<\/p>\n<p>O segundo \u00e9 chamado de teste r\u00e1pido &#8211; muito semelhante ao exame de gravidez, o teste \u00e9 feito sobre um papel cromatogr\u00e1fico onde est\u00e1 a prote\u00edna do v\u00edrus. O exame oferece resultados em poucos minutos.<\/p>\n<p>&#8220;Com um diagn\u00f3stico r\u00e1pido, a pessoa contaminada com o coronav\u00edrus \u00e9 colocada em isolamento de forma imediata, o que desacelera a expans\u00e3o da pandemia. A curva de contamina\u00e7\u00e3o na Cor\u00e9ia do Sul caiu bastante depois que esse procedimento de detec\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e isolamento foi adotado&#8221;, diz Leda Castilho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Foto: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Velocidade no diagn\u00f3stico \u00e9 considerada crucial para conter a expans\u00e3o da pandemia. 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